Lançamento do livro de Leonardo Marona

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Estréia de Anderson Fonseca!

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Prêmio Fórum de Ciência e Cultura – resultado

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É com grande alegria que informo aqui os resultados do Prêmio Fórum de Ciência e Cultura em que um dos contemplados é a nossa amiga Diana de Hollanda. Esta famigerada integrante do coletivo riosemdiscurso galgou com destreza a estimada segunda colocação e seu respectivo prêmio com o blog não saber a morte. Em sendo o concurso de tema fixo e forma livre (e, por isso, leia-se desde de monografias a obras ficcionais), Diana aproveitou para explorar seu conceito de “blog como obra” e chegou a um resultado muito interessante e novo, plenamente merecedor da premiação. Parabéns a ela!

Abaixo a reportagem com os resulatdos e os demais premiados.

Sai o resultado do Prêmio Fórum de Ciência e Cultura
por Rafael Barcellos, Jornalista do FCC/UFRJ 

   Alexandre Screiner Ramos da Silva ou Joaquim Loureiro (seu psedônimo) é o vencedor do Prêmio Fórum de Ciência e Cultura. Ele obteve o primeiro lugar com a obra Auto-retrato. Já Diana de Hollanda foi classificada em segundo lugar e a terceira colocação ficou para Henrique Marques Samyn, pelo trabalho O escritor e o pianista.  leia mais

E-books: especialista diz que crise fará autores assumirem a edição

Kindle, da Amazon

Kindle, da Amazon

Hoje no Jornal do Brasil saiu uma interessante entrevista com Mark Coker, fundador de uma das principais empresas de autopublicação de escritores independentes do Vale do Silício, a Smashwords, e que é uma das estrelas do evento “Tools of Change for Publishing Conference”, no qual coordenará o painel “The Rise of E-books”.

O bate-papo promove uma importante reflexão sobre o futuro do ofício de escritor. Leia a matéria de Cláudio Soares no JB Online.

Retorno ao oriente

capa do livro

capa do livro

Recentemente, no post de 15 Janeiro, divulguei neste Blog da FL@P! a versão online do Jornal Plástico Bolha, fazendo menção ao segundo livro de um de seus editores, nosso caro jovem poeta Lucas Viriato. Aproveito o ensejo para indicar aqui o prazeroso livro Retorno ao Oriente (Ed. 7Letras) com um dos tantos poemas que me chamaram atenção pelo tom leve, bem humorado e lírico, que marca o estilo do poeta. 

Essas Letras

No que dependesse
do conceito de bacana indiano
entraria uma música agora
e essas letras todas
começariam a dançar.

No que dependesse
do conceito de sabor indiano
que vai misturando de tudo um pouco
essas letras arderiam tanto
que precisaríamos de óculos escuros.

No que dependesse
do conceito de harmonia indiano
que torna a vida mais bonita
essas letras todas
teriam flores nas serifas.

 

Sobre o autor: Lucas Viriato de Medeiros, carioca de 24 anos, é formado em Letras pela PUC-Rio, com habilitação em produção textual. Desde 2006, edita com amigos o jornal literário Plástico Bolha, que já publicou centenas de autores, entre novos e consagrados. Em 2007, estreou com Memórias Indianas, livro sobre sua primeira viagem para a Índia. Retorno ao Oriente dá continuidade a este projeto poético sobre o leste do mundo. Participou da última edição FLAP!RJ na mesa  ’Palavra nos meios’ ao lado dos poetas Olga Savary, Omar Salomão e Alice Sant’Anna.

(Retrono ao oriente;  Rio de Janeiro: 7Letras, 2008.)

Ensaios radioativos

confraria-capa1O poeta, editor (da Confraria do Vento) e ensaísta Márcio-andré lançou no final de 2008 seu mais novo livro: Ensaios radioativos. Oscilando entre artigos explicitamente líricos e uma crítica acurada, Márcio fez um livro não menos que belo. A revista eletrônica de literatura Cronópios publicou há pouco tempo uma interessante resenha da obra, escrita pelo também poeta e pensador Anderson Fonseca. Recomendo o link, além do livro, claro.

Márcio-andré participou intensamente da FL@P!RJ 2007, quando fez parte da primeira mesa ao lado dos poetas Bruno Cattoni, Paulo Ferraz, Sylvio Back e Toni Barreto. Além disso, seu grupo de poesia sonora Arranjos para assobio fez a apresentação de abertura para os debates do dia seguinte.

A literatura em perigo

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O renomado crítico literário Tzvetan Todorov surpreendeu ao lançar em 2007 “A literatura em perigo”, livro em que ataca a visão e a formação essencialmente estruturalista do ensino literário na França. A obra é agora lançada no Brasil pela editora Difel, com tradução de Caio Moreira.

Uma excelente reportagem de Miguel Conde (incluindo uma entrevista exclusiva com o autor) no caderno Prosa & Verso do jornal O Globo deste sábado (24/01) traz à tona a polêmica levantada pelo autor. A discussão é também muito apropriada ao Brasil. Reproduzo aqui, portanto, um pequeno trecho da matéria, a título de levantar a reflexão, o debate talvez, e sugerir a leitura da obra.

 “Num resumo simplificado, o problema apontado por Todorov é que a pesquisa e o ensino de literatura nas escolas e universidades tratam cada vez mais da forma do texto – a que gênero ele pertence, como se estrutura, qual seu estilo – e cada vez menos do sentido, ou seja, daquilo que o autor diz sobre o mundo em que ele e o leitor vivem. Isso ocorre, Todorov argumenta, em parte devido à hegemonia de inúmeras teorias que puseram questão, nas últimas décadas, a concepção do texto literário como uma representação do mundo real. Por isso, críticos hoje dariam mais atenção aos elementos internos do texto do que à sua relação com a vida ao seu redor. Vista dessa maneira, a literatura se torna uma atividade autorreferente, cujo principal assunto é ela própria. ‘Uma concepção estreita da literatura’, escreve Todorov, ‘que a desliga do mundo no qual ela vive, impôs-se no ensino, na crítica e mesmo em muitos escritores. O leitor, por sua vez, procura nos livros o que possa dar sentido a existência. E é ele quem tem razão’”. Miguel Conde, para o jornal O Globo. 

 (A literatura em perigo, de Tzvetan Todorov, Tradução de Caio Meira. Editora Difel) (A literatura em perigo, de Tzvetan Todorov, Tradução de Caio Meira. Editora Dif