SIMPOESIA 2009

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Hoje, em SP, começou o SIMPOESIA 2009, evento que agrega poetas e críticos literários do Brasil e exterior.

A realização é da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e a curadoria de Virna Teixeira.

Para conferir a programação, basta clicar aqui.

Cabe lembrar que, além de palestras, leituras, música e uma feira de editoras independentes de poesia do Brasil e Argentina promovida pela revista Grumo, a Virna lançará seu novo livro de poemas Trânsitos e apresentará três representantes da recém-criada editora de plaquete Arqueria:

Quando o meu generoso coração falhar, poemas inéditos de Horácio Costa (Selo “O Arqueiro Verde’);

Love is all, publicacão de estreia de Daniela Ramos (Selo Artémis);

Crossing/ Travessia, plaquete bilíngue de Antônio Moura com tradução para o inglês de Stefan Tobler (Selo Sherwood).

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3x Claudio Daniel

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1.

O poeta Claudio Daniel realiza um curso de criação poética no Ateliê do Centro, localizado na rua Epitácio Pessoa, 91, próximo à estação de metrô República, em São Paulo.

O curso, que acontece aos sábados, das 15 às 17h, é dividido em vários módulos, com exposições teóricas sobre Mallarmé, Valéry, Ezra Pound, Haroldo de Campos, entre outros poetas, e exercícios práticos de criação.

Para que mora em outras cidades, o curso pode ser feito on line, via Skype.

Informações sobre o curso estão disponíveis no blog Laboratório de criação poética, na página http://labcripoe.blogspot.com.

Quem estiver interessado em participar pode enviar uma mensagem para o e-mail claudio.dan@gmail.com.

2.

O Claudio também está aprontando uma boa para os cariocas, no meio de junho. Será curador do Festival literário Artimanhas Poéticas, dias 12 e 13, no Real Gabinete Português de Leitura.

O evento contará com a participação de críticos literários, poetas jovens e consagrados e editores de revistas, e incluirá palestras, debates, recitais, lançamentos, performances musicais e de poesia sonora.

No blog do evento você pode conferir a programação em detalhes.

3.

Recentemente, o Claudio publicou o poema Letra negra, na Cronópios. O poema não é colável aqui, então deem um pulinho lá, que vale a pena!

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Claudio Daniel é poeta, tradutor e ensaísta. Publicou os livros de poesia Sutra (1992), Yumê (1999), A sombra do leopardo (2001) e Figuras Metálicas (2005) e o de contos Romanceiro de Dona Virgo (2004), entre outros títulos. Organizou os eventos literários internacionais Galáxia Barroca e Kantoluanda, em 2006, e foi um dos curadores do Tordesilhas, Festival Ibero-Americano de Poesia Contemporânea, em 2007. É editor da revista eletrônica de poesia e debates Zunái e mantém o blog Cantar a Pele de Lontra .

Evento quarta-feira!

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Estréia de Anderson Fonseca!

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Lançamento coletivo em Sampa

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Dado Amaral, lança livro em Portugal

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Dado Amaral participou da edição 2008 da FLAP! – Interferências, na mesa Vanguarda (mediada por mim), com a crítica literária Beatriz Resende, e o poeta Paulo Henriques Britto.

Flip 2030

Este post é para os já ansiosos por horas numa fila aguardando ingressos da Flip.

Considerando a antecedência com que as pessoas se programam para a Festchenha, a Flip deveria ser um daqueles eventos que estão sempre no ano seguinte; neste ano, aconteceria a Flip 2010.

Mas não.
A Flip 2009 vai do dia 1 ao 5 de julho.
(O que não impede que o natal esteja chegando.)

O conhecimento da data lhe permite também reservar com antecedência uma pousada, e privar de teto os relapsos como eu.

De toda forma – mesmo sem teto e provavelmente excluída da excursão -, assumo que há bons nomes confirmados.

Para não perder o assunto de outro post, me atenho hoje ao Carlos Fuentes.

Fuentes escreveu uma quantidade considerável de romances, peças e roteiros para cinema. Entre os quais, A Morte de Artemio Cruz (1962), Gringo Velho (1985), O Espelho Enterrado (1992), Diana o la Cazadora Solitaria (1996),e, o mais recente, La Voluntad y La Fortuna (2008).

Com 80 anos, é um senhor muito simpático, o que vocês podem conferir com os próprios olhos nesse vídeo aqui:

Entre as declarações, o escritor mexicano (que nasceu no Panamá) classifica escrever como um ato peligroso; e diz que, se alguém acredita que a literatura pode ser inofensiva, basta apresentar um livro ante uma ditadura totalitária, para certificar-se do quanto pode ser perigosa a literatura aos olhos de uma ditadura. Também fala da solidão e do silêncio necessários para escrever; da necessidade de um tempo e um espaço próprios, não tanto do escritor como da escritura.
E
paro por aqui, que – além de não ser partidária de sinopses, resumos ou releases – não se deve perder a oportunidade de ouvir o original em espanhol, tão bonito.


As outras partes da entrevista:
2.
3.