FLAP 2006: Proposta

Seguindo o tema Embates, com a proposta de debater visões distintas sobre literatura e manter vivo um terreno fértil de questionamentos, a FLAP! 2006 acontece em dois fins de semana de julho. Dias 29 e 30 o Espaço dos Satyros I, teatro localizado na Praça Roosevelt, em São Paulo, recebe diversos debates com a presença de escritores, professores, editores, cineastas e muito outros participantes. A novidade neste ano é que a FLAP! também acontece no Rio de Janeiro, nos dias 22 e 23 de julho na UniverCidade (Unidade Ipanema). Como sempre, o evento é gratuito e aberto ao público em geral. Em ambas as cidade a programação inclui debates sobre políticas culturais, periferias e ainda mesas de debate em esquema de arena livre, abrindo espaço para uma reflexão sobre o presente e o futuro da literatura (“onde estamos?” e “para onde vamos?”).

O intuito da FLAP! é, ainda, evitar uma certa acomodação de opiniões nas mesas de discussão, quando todos parecem concordar com todos (e as discordâncias acabam sendo relegadas ao plano da fofoca). Vamos criar um espaço em que fiquem mais claros critérios e distintas nuances entre posições.

A edição de São Paulo traz, dentre outros convidados, o cineasta Sérgio Bianchi, a vereadora Soninha Francine, o crítico Manuel da Costa Pinto, o jornalista Ivan Marques e escritores como Luiz Ruffato, Frederico Barbosa, Claudio Willer e Xico Sá. Já o Rio de Janeiro conta com a participação de escritores como Affonso Romano de Sant’Anna, Chacal, Afonso Henriques Neto, Claudia Roquette-Pinto e Marcelino Freire.

Por fim, a FLAP! não quer dizer nada em específico e haverá novamente um concurso para o público criar significados para a sigla.

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Uma resposta

  1. POEMA DO ARRANHA–CÉU (Dirceu Quintanilha – 1918)

    Veste o vestido cor da noite,
    Eu hoje vou embebedar-me de valsas
    Para poder chorar.
    Veste o vestido das noites
    Sem estrelas:
    Quero a pureza de uma dama antiga
    Dentro de ti.
    Dá-me amor, apenas.
    O mais puro. O mais humano.
    Quero sol na tua sensibilidade.
    Eu hoje quero amar
    Na ausência de todos os sonhos,
    Aquela que tu foste.
    A inocência do primeiro espanto
    E a queda no vazio
    Na vertigem dos mundos descobertos.

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